sexta-feira, 27 de agosto de 2010

é postando que me faço pensar

Depois de muito tempo sem postar, hoje resolvi dar umazinha, rs!

Pensei no tema...é postando que me faço pensar. Depois me perguntei o porque.

Parei pra pensar que quando estava postando quase todos os dias, assim que fiz o "brog", eu estava por dentro de tudo que estava acontecendo no Brasil e no mundo. Porém, eu estava ficando mas agressivo que sou, menos tolerante ainda. Parei e pensei agora que as notícias me deixam um verdadeiro bagaço, com o sistema nervoso a "fou da peuli", é verdade. Eu não tenho mais paciência para ver todos os jornais de todos os canais sempre falando as mesmas coisas, *goleiro Bruno, pai que matou a filha, padastro que estuprou o entiado, namorado matou a namorada porque não aceitou o fim do relacionamento, casos de pedofilia* e assim vai. Passei a perceber que antes de ligar a televisão, me jogava no chão porque se viesse alguma bala, alguma facada, ou outrem, eu não seria atingido. Bláh! isso é exagero, mas a cada notícia assistida eu dava duas porradas na minha mesa e ficava tremendo digitando. Pensei agora que estou melhor assim, sem informação e alienado à que dando tapa na mesa e ao sair na rua, ver as pessoas na minha frente como um alvo (ai que medo de mim).

Televisão ligada?!? Sim, no Discovery kids.

Assim me faz pensar antes de dormir, que mundo maravilhoso que eu vivia.

MEUS OITO ANOS (Casimiro de Abreu).

Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias
Do despontar da existência!
— Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é — lago sereno,
O céu — um manto azulado,
O mundo — um sonho dourado,
A vida — um hino d'amor!
Que aurora, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d'estrelas,
A terra de aromas cheia
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!
Oh! dias da minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberta o peito,
— Pés descalços, braços nus
— Correndo pelas campinas
A roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo.
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!
................................
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
— Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras
Debaixo dos laranjais!

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Feliz, feliz...
porém, com um sono "mucho" louco!

Ah, hoje meu dia começou muito legal...primeiro ouvi uma senhora falando do meu perfume, ou melhor, um deles...ouvi mais ou menos assim; -nossa! que cheirinho bom. Isso perfume bom.

Ah...que lindo, ao chegar no curso ouvi da "tia" da cantina, que sou chique e lindo. Amei isso. "A massagem no ego é o grande start para o sentir bem".

Almocei com uns colegas do curso e ganhei até coca-cola...que fofo os meninos.

Depois, aula, aula e aula...estou bege já! hehehe!

Cansadinho e com muito soninho.

Músicas, como sempre preferindo as velhas: stereo love, rehab, livin la vida loca, etc.

Vou terminando por aqui com umas letrinhas em rascunho que acabei de pensar;

*Dos males, o pior é o sórdido pensar do ser-humano*(Everton Vinicius).


Beijos povão que fazem o favor de ler essa bagaça.
Se não gostou, não posso fazer nada.

P.S.: essa postagem ficou uma coisa totalmente, nada com nada...hehehe!